Saúde mental dos animais tem campanha educativa nas mídias sociais da PMV
Saúde mental dos animais tem campanha educativa nas mídias sociais da PMV
Publicada em 19/04/2023, às 17h45
Por Deyvison Longui ([email protected]), com edição de Andreza Lopes
abia que os seus pets podem ter sofrimento mental? E que essa alteração se manifesta também fisicamente nos cãezinhos e nos gatinhos? Pensando nisso, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semmam), em parceria com a Subsecretaria de Comunicação (SubCom), preparou uma campanha educativa em veiculação nas mídias sociais da Prefeitura de Vitória para te ajudar a identificar os principais sinais e a cuidar dos sintomas.
As dicas, sobre os sinais de sofrimento e também sobre como cuidar da saúde mental dos animais, já estão disponíveis nas páginas oficiais da Prefeitura no Instagram e do Facebook e fazem parte do projeto "Educação Ambiental para a Guarda Responsável de Animais Domésticos" (EAGRAD), desenvolvido pela Secretaria por meio da Gerência de Educação Ambiental (GEA).
Sinais de sofrimento
O tutor responsável tem o compromisso de atender não só as necessidades físicas, mas também as exigências mentais do seu animal. Alguns sinais de sofrimento mental dos pets são:
· Sintomas físicos, como vômito, diarreia, falta de apetite e queda de pelos;
· Alterações no ciclo do sono, vocalizações excessivas, coprofagia, agressividade ou apatia;
· Comportamentos obsessivos, como se lamber em excesso ou correr atrás do próprio rabo;
· Orelhas para trás, cauda entre as pernas, micção fora do lugar, busca por esconderijos.
Saúde mental
Já para evitar o estresse crônico (distresse) nos cães e gatos, é necessário:
. Manter a saúde física em dia;
. Promover um ambiente seguro e acolhedor, com acesso a recursos como abrigo, água, banheiro, refúgio, etc;
. Estimular atividades físicas e mentais adequadas a cada espécie: caçar, correr, cavar, forragear e socializar são comportamentos naturais dos cães; passeios diários são essenciais para essa espécie. Para os gatos, caçar e forragear são necessidades diárias essenciais, assim como arranhar e se entocar;
. Reservar tempo para seu animal, oferecendo carinho e atenção, mas também respeitar sua privacidade, sem forçar interações;
. Evitar alterações bruscas de hábitos e rotinas.
Importância do conhecimento
"Por falta de conhecimento, muitas pessoas estabelecem manejos e ambientes inadequados em relação às necessidades dos seus animais, que respondem com comportamentos indesejáveis e, simultaneamente, vivenciam níveis de estresse agudo ou crônico", apontou o secretário municipal de Meio Ambiente, Tarcísio Foeger.
A subsecretária de Qualidade Ambiental e Bem-Estar Animal, Cristiane Stem, complementa: "Acreditava-se que a existência do laço afetivo demonstrado pelos tutores, bastaria para assegurar o bem-estar dos animais membros de sua família. Porém, este sentimento, embora admirável, muitas vezes se mostra insuficiente ou inadequado para que os animais tenham as suas necessidades essenciais compreendidas e supridas", pontuou.
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